Com despesa mensal de R$ 6 mil, ONG de proteção animal pede ajuda para não fechar as portas

KHAYO RIBEIRO

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Fundada em 2012, a Organização de Proteção Animal de Mato Grosso (OPAMT) já acolheu ao longo de sua trajetória mais de 800 animais. Todavia, as altas despesas da organização ameaçam a continuidade dessa iniciativa. Com gastos mensais de até R$ 6 mil, a OPAMT apela à sociedade para que possa continuar prestando o serviço de acolhimento e apoio aos animais em situação de vulnerabilidade.

Animal OPAMT

“Se não conseguirmos pagar o aluguel, o dono do imóvel vai pedir o local. Eu peço para que as pessoas se sensibilizem com a causa. Na verdade, estamos fazendo o papel do Poder Público”, conta a diretora da ONG, Michelle Scopel.

A colaboradora, que divide o tempo entre a advocacia e a iniciativa voluntária, aponta que atualmente o projeto acolhe cerca de 100 animais, entre cães e gatos.

Os animais ficam alojados em seis unidades. Três dos locais são pagos e três proporcionam o acolhimento de forma gratuita. A despesa dos locais que abrigam os pets de forma paga custa R$ 2.900. Esse valor soma-se, ainda, aos custos com funcionário, ração, medicamentos e materiais de limpeza – o que faz com que as despesas mensais alcancem os R$ 6 mil.

Para contornar a situação, a ONG criou uma página no site de apadrinhamento Padrim.com. No endereço virtual, as pessoas conseguem fazer contribuições à OPAMT, colaborando de forma coletiva para auxiliar a iniciativa.

A iniciativa de proteção animal pode ser contatada pelo Instagram (@opamt) ou pelo telefone de Scopel, (65) 9.9934-9151.

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